Não nasceu de mim, mas nasceu para mim!

whatsapp-image-2016-11-19-at-00-31-50Bem, vamos a minha história…. ❤

Mas antes de começar a relatá-la, gostaria apenas de adaptar a frase que está escrita na imagem que escolhi para ilustrar.

“Ser mãe e ser pai é toda pessoa que tem o coração permanentemente grávido de amor.”

Agora sim, rsrsrs!

Meus pais se casaram e depois de um tempinho começaram a tentar engravidar e não conseguiram, fizeram diversos exames, nos quais ambos seriam aptos a ter uma gravidez de forma natural, afinal não tinham nenhum problema detectado…
Mas durante 15 anos ficaram na tentativa de engravidar e simplesmente não conseguiam, e não tinham resposta para não conseguir, todos os exames de investigação tinham sido realizados, os dois tinham tudo para engravidar mas não engravidavam…
Até que a ginecologista da minha mãe, conversou com ela e disse que ela poderia optar por duas saídas, uma seria a fertilização e a outra seria a adoção…. Porém na década de 90 a ciência não lidava com fetos que tinham alguma anomalia, e minha mãe não queria correr o risco de precisar passar pelo aborto, ela queria o filho da forma que Deus mandasse, independente da criança ser fisicamente e mentalmente “perfeita” ou não…
Então, ela e meu pai preferiram recorrer a adoção ao invés da fertilização…
E foi assim que tudo começou a acontecer, meus pais entraram em lista de espera nos orfanatos, porém, como a adoção é burocraticamente complicada, eles esperam, esperaram, mas o retorno do tão sonhado filho(a) não chegava… E minha mãe começou a ficar muito abalada emocionalmente, ela sempre relatou que quando estava passeando ou resolvendo coisas do dia a dia, por onde ela passava procurava pra ver se alguma criança tinha sido abandonada na rua, e vendo que isso não estava legal, e que o sofrimento já estava se tornando insuportável, ela decidiu não ficar mais procurando e resolveu voltar aos estudos para que assim, mais adiante ingressasse na faculdade de Direito.

Até que finalmente eu cheguei para eles no dia 30/12/1992, véspera de ano novo!
Assim que minha mãe me pegou no colo pela primeira vez, eu, uma bebezinha de apenas 25 dias, abri um sorriso para ela! E foi ali que nosso encontro aconteceu e minha história com os meus pais começou…

Eu fui um bebê arco íris, cheguei depois de uma tempestade que precisou durar 15 anos, mas que se não tivesse durado isso tudo, eu não teria sido o arco íris deles!

Às vezes não entendemos o que nos acontece, não temos respostas imediatas mas precisamos procurar acalmar nossos pensamentos para que assim possamos elaborar nossas emoções!

E quando eu tinha 13 anos, minha mãe teve o primeiro infarto…
E fez um cateterismo para descobrir o porquê ela tinha infartado, e nesse exame, descobriram que ela tinha um problema congênito no coração, que foi formado de uma forma não comum a da anatomia humana… O normal em todas as pessoas é a veia do coração passar por fora, e ela tinha uma que passava por dentro do coração, ou seja, quando pressionada essa veia através de alguma emoção forte, ou esforço físico poderia causar um infarto… E foi nesse momento que a resposta chegou, se eu tivesse nascido dos meus pais, minha mãe teria morrido no parto… Porque o coração dela não iria suportar tamanho esforço durante a gestação e durante o parto…
Infelizmente ela veio a falecer em dezembro de 2013, aos meus 21 anos, de infarto fulminante!

Mas veja como é a vida, né… Surpreendente! ❤

Mãe de três!

15046268_1162257083854972_1320396800_nEu sempre achei que seria mãe de menino. Sempre! Quando eu fazia aquelas brincadeiras do colar quando era criança(balançando pra frente e pra trás é menino, se rodar menina) sempre aparecia pra mim 3 filhos: uma menina, depois menino, depois menina de novo. Quando eu engravidei a primeira vez com 17 pra 18 anos eu disse pra todos que era um menino, mas a minha intuição se confundiu com a minha vontade. Assim eu recebi meu 1°amor, minha filha Giovana. Aí veio a faculdade, o trabalho, a casa própria, o carro, o amadurecimento e os planos para outro filho(a) foram ficando cada dia mais esquecidos… Até que em abril de 2014 eu tive um sonho. Estava eu um campo enorme, muito florido, muito calmo, parecia um Céu, e um senhor vinha falar comigo. Ele dizia: “Tem um filho esperando por você. Ele é seu. Mas manda dizer que ele tem uma alma gêmea e que se você permitir que ele venha ela virá junto”. E eu respondia: ” Mas eu não quero ficar com 3 filhos, só quero 2 e eu já tenho uma filha, então eu posso escolher só o menino ou só a menina?” E ele disse: “Não! O filho é ele, mas ela vem junto com ele”. E eu acordei bastante impressionada. Pensei que se engravidasse seria um casal de gêmeos. No ano seguinte, em julho de 2015 eu e meu marido começamos a cogitar a idéia de aumentar a família e na mesma semana em que parei o remédio eu engravidei. Foi a maior alegria da minha vida, já que a gravidez da Giovana não havia sido planejada. Dessa vez seria tudo diferente! A notícia foi comemorada e festejada. No mês seguinte me encaminhei pra minha primeira ultra, eu estava com 8 semanas de gestação e muito apreensiva, contando que iria ver na tela 2 bebês. Quando o exame começou o médico me disse: “É um único embrião e ele não possui batimento cardíaco. É um aborto retido. Sinto muito”. A maior alegria da minha vida foi também minha maior tristeza. Como isso estava acontecendo? Deus, logo comigo?! Eu ainda carreguei aquele bebê morto 15 dias na minha barriga até fazer a curetagem, e decidi que outro filho nem tão cedo… Eu estava dilacerada e não queria que o próximo filho(a) “carregasse” minha culpa, meus medos, meus anseios, minha angústia, minha desesperança…. Mas eu nem respirei. Terminei meus exames, e grávida de novo no mês posterior. Mas já? Que aflição, quanto desespero. Deus me deu uma nova vida pra cuidar e amar. Eu até costumava dizer que eu engravidei de gêmeos sim, só que eles vieram com 1 mês de diferença. E os sonhos voltaram. Eu sonhava com menino, ora sonhava com menina, 4 ultras já realizadas e nada desse bebê mostrar o que era. Até que finalmente com 24 semanas….Surpresa!!!! É outra menina. Eu teria mais uma mocinha na minha vida. Eu e minha família já estávamos ansiosamente aguardando a chegada de Isadora. Algum tempo se passou e eu fui ao Centro da Cidade naqueles ônibus de viagem, a bateria do meu celular descarregou e resolvi tirar um cochilinho(coisas de grávida). Lá estou eu dormindo e mais um sonho chegou. Eu estava naquele mesmo campo e um menino lindo, apesar de não me lembrar bem de suas expressões, com asinhas de anjo corria na minha direção. Ele não falava, apenas sorria, mas uma voz vinha na minha cabeça: “Mamãe, eu precisava ser amado. Mas ela precisava nascer. Cuida dela”. Eu acordei com lágrimas nos olhos. O meu filho é um anjo e ele sabe que foi amado, que eu vou amá-lo eternamente. Um dia ainda quero carregá-lo no colo e brincar com meu menino nesse campo florido…
Eu moro no RJ e essa semana fez muito calor por aqui. Fui até a varanda do apartamento tentar pegar um ventinho com a Isadora que estava um pouco irritada. Ela atualmente está com 3 meses de vida. Após 5 minutos começou a chover bem forte, mas só do lado direito do Céu. Do lado esquerdo fazia sol e um arco-iris apareceu. Foi então que comecei a contar um pouquinho dessa história pra ela. Disse que ela tinha um irmão que era seu anjo da guarda, sua alma gêmea, e que ele foi muito amado. E ela representava pra mim aquele arco-iris no Céu. Aquele que não apaga a dor da tempestade, mas vem pra nos mostrar que a vida continua bela. Nesse momento ela sorriu, deu um pulinho no meu colo e eu tive a certeza que ela entendeu tudo que eu expliquei a ela.
Segundo a psicanalista Françoise Dolto, ao falar com os bebês eles apresentam alterações sintomáticas mostrando que sabem falar e que compreendem nossa linguagem. Portanto precisamos contar a eles suas histórias de vida, e várias vezes, assim a criança vai compreendendo aquilo que é explicado.
E vocês, conversam com seus bebês?

Nova parceria

 

 

A pediatra, Dr. Fabiane Durão foi um achado em nossas vidas, um verdadeiro presente! Uma médica excepcional, competente, atenciosa, empática e acolhedora. Características que estão em falta hoje em dia. Existem poucos como ela. Ela nos ajuda a tornar a jornada da maternidade mais leve. E por ter tido a experiência da perda gestacional e neonatal, ela sabe exatamente sobre o que passamos, além das dificuldades e medos que enfrentamos numa nova gestação. Por isso, para as mulheres que engravidarem novamente depois da perda estamos indicando ela para te ajudar nessa caminhada. Ela irá te acolher e entender seus medos e anseios.E sobre os desafios que enfrentamos na maternidade com nossos filhotes doentes, ela nos dará o apoio necessário, tornando esse momento mais leve para todos.

Abaixo uma pequena entrevista que fizemos com a Pediatra dra. Fabiane Mourão.

1 – Como você percebe essa temática da perda gestacional e neonatal dentro das maternidades?  Existe algum protocolo que se preocupe em acolher essas famílias?
Normalmente nas maternidades públicas que trabalhei até hoje, quem cuida dessa parte é a equipe de Psicologia e as vezes também há a necessidade da assistência social.
2 – Existe uma diferença na maneira dos profissionais lidarem com a perda gestacional e neonatal na maternidade pública e na particular? Quais as principais que você percebe?
Na pública , o acolhimento também acaba sendo pela equipe da Psicologia, quando solicitada pelos médicos. Até onde sei, não há um protocolo para isto( mas depende de cada maternidade). Nunca soube de algo diferenciado.
Na particular, normalmente a equipe acaba prestando esse apoio, mas novamente, depende de quem está acompanhando a gestante, ou seja, depende de como o profissional lida com isso! Tem aqueles que passaram por experiências parecidas e outros não. Acho que vai de como cada um entende/encara a vida e também o amor ao próximo!
3- Você já vivenciou alguma perda? Se sim. Conte um pouco como foi essa experiência?
Já tive algumas perdas. Abortos e uma filha que faleceu ainda no período neonatal. Os abortos foram mais aceitáveis porque estavam bem no início da gestação, mas a filha foi bem difícil, até porque foi uma gestação muito planejada! Fiz terapia e justo depois dessa perda, acabei me tornando neonatologista , que foi uma especialidade que queria muito fazer assim que acabei a Residência médica em pediatria, mas a vida me levou por outros caminhos, mas acabou me trazendo de volta de uma forma mais madura onde consegui vencer meus medos e frustrações da vida!
4- E o que mudou na sua pratica depois da perda? (Acho q respondi lá em cima) Como foi engravidar novamente e lidar com essa situação na sua vida profissional?
Engravidar novamente foi necessário. Eu não ia desistir enquanto não tivesse um filho, porque isto se tornou meta na minha vida. Tornei -me mais empática com as outras mães. 
5- De que forma você acredita que possa contribui para o nosso coletivo?
Ouvindo as histórias dos pais, passando minha experiência e os ajudando a recomeçar a vida, assim como fiz com a minha! Porque o objetivo disso tudo é nos tornarmos mais fortes e podermos ajudar mais o próximo!

 

Para maiores informações sobre o trabalho da nossa mais nova parceira. Entre no site dela.
http://www.fabianedurao.com.br
Fanpage : dra.fabiane Durão – Pediatra do desenvolvimento e Homeopata
Instagram: @dra.fabianedurao

Juntos somos mais fortes!

O seu lugar está no meu coração

Queridos (as) seguidores (as)

O nosso livro “Histórias de Amor na perda gestacional e neonatal” é composto por mais de 60 textos e relatos emocionantes, de mães, pais, e também profissionais de saúde. Continuamos a publicar semanalmente frases desses relatos e textos, pra que conheçam ainda mais o nosso livro coletivo.

Abaixo, frase do relato “Maria Fernanda, nossa estrelinha” da co-autora Isabela Martins, mãe da Maria Fernanda do Pedro Lucas e da Clarissa.

Isabela Martins

Para ler os textos e relatos completos, adquira o nosso livro ” Histórias de Amor na perda

gestacional e neonatal através do link da loja Amazon below:

Te amo, Samuel

 

Amor de mãe é a mais elevada forma de altruísmo. (3)

“Oi meninas está com três meses que perdi meu Samuel  por negligência médica e omissão de socorro ,cheguei no hospital com ele só porque estava choroso enjoadinho não pediram nenhum exame começaram a medicar sem saber o que ele tinha daí ele foi ficando muito ruim depois das medicações  que deram pra ele infelizmente por falta de humanidade o médico deixou ele lá com as enfermeiras e saiu daí tiveram que ligar para uma médica medicar ele por telefone mas infelizmente ele já estava muito ruim , quando foi transferido para o outro hospital os medicamentos já haviam paralisado o rim dele inchaço o cérebro  e parou o pâncreas causando uma diabetes altissima ele foi entubado e levado para UTI mas infelizmente ele teve 5 paradas cardíacas e faleceu ,meu anjinho bateu asas e voou com apenas dois meses e meio e hoje estou tentando sobreviver pois vejo ele em tudo em todo os lugares seu olhar ,seu sorriso …tudo perdeu o sentido …tenho impressão que estou num pesadelo e que vou acordar ,,mais sei que não é assim o quartinho dele tá do mesmo jeito porém trancado ainda não tive coragem de entrar , não tenho palavras para resumir essa dor ….TE AMO SAMUEL”

Sara, mãe de Samuel

Descobrirei novas cores

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O nosso livro “Histórias de Amor na perda gestacional e neonatal” é composto por mais de 60 textos e relatos emocionantes, de mães, pais, e também profissionais de saúde. Continuamos a publicar semanalmente frases desses relatos e textos, pra que conheçam ainda mais o nosso livro coletivo.

Abaixo, frase do relato “Otto – nosso pequeno príncipe e gigante Fukushi” da co-autora Jeane Bandeira, mãe do Otto.

Jeane Bandeira

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Rebeca, um sonho que está no céu

Amor de mãe é a mais elevada forma de altruísmo. (3)

 

Olá, meu nome é kerika, quero compartilhar esse testemunho de superação e amor. Mãe de três bênçãos a Hadassa com 9 anos e um casalzinho de gêmeos com 3 anos Sara e Samuel. Então De repente, inesperado, surpreendente no ano 2018 descobri que estava grávida de uma menina lindíssima, perfeita, abençoada por Deus, pois a cada mês sentia o amor crescer e multiplicar dentro de mim. Aguardada, esperada com fé e gratidão pela princesa Rebeca, foi uma gestação diferente, claro, nenhuma é igual diante de uma rotina estressante, mas Graças a Deus de acordo com o pré Natal e exames tudo estava normal. Até que o dia mal, o vale da sombra e da morte como diz a bíblia, aconteceu, e aí da mesma forma que Deus me abençoou com a gravidez surpresa, de forma espontânea o coração dela parou de bater, durante a madrugada, acordei por volta de 4 horas e não senti os movimentos,já com 37 semanas, 28 de maio de 2019 terça-feira, ela saiu do meu ventre sem vida. O meu consolo é saber que Deus têm propósito em tudo que acontece, e o amor de Deus é maior que todo sofrimento, tenho suportado o luto, superando a dor e o sofrimento,o vazio, a saudade de tudo aquilo que poderia viver com ela. Só mães que passam por perdas, independentemente do tempo de vida do filho, sabe a dor profunda. Infelizmente as pessoas, não estão preparadas para dar o suporte necessário, não sabem como expressar ajuda. No hospital, minha médica é um anjo, a mesma que fez o parto dos gêmeos. Sofrimento é inevitável, mas de fé em fé a cada dia Deus têm me dado forças. Foram 9 meses de imaginando, conhecer o rosto da minha princesa Rebeca, e ali no centro cirúrgico, Deus seja louvado pela sua vida e também a minha, pois o tempo todo da cirurgia Cesária, Deus é maravilhoso e me deu a paz de Cristo Jesus, para passar por esse momento de aflição. Não têm como explicar o inexplicável, olhei para ela vários minutos, lindíssima, não teve sofrimento fetal, estava tudo bem. O exame da placenta também sem explicação. Decidi ir no velório, fiquei olhando pra ela, e beijei sua testa, peguei na sua mãozinha, parecia um sonho, mas é realidade, voltei para casa e não é fácil, não têm barriga, não têm nenê pra cuidar, e a partir de agora somente lembranças no coração. Sempre sonhei em ter uma família grande, estava muito feliz 4 filhos é maravilhoso.  O papai do céu levou meu anjo Rebeca, a vontade de Deus prevalece acima de tudo e todos. Obrigada pelo carinho e atenção! Mamães que sofrem com o luto, não desistam, Deus está contigo.

Mãe do Antoni.

 

Amor de mãe é a mais elevada forma de altruísmo. (2)

Meu nome é Luciana e sou mãe do Antoni, sou mãe e sempre vou ser esse é o maior presente que ele deixou pra minha vida, depois de 37 semanas, simplesmente meu corpo me traiu, digo isso pq tudo correu tão bem toda gestação e por um pico de pressão alta, eu tive que sentir a dor que corta a alma, a dor que me desmonta em pedaços, sabe quando dói pra respirar de tanta saudade é o que tem acontecido nesses 27 dias desde do dia da partida do meu filho. Mas não é só dessa dor que eu sei que vou sentir pra sempre que eu quero falar, quero falar de amor de mãe, meu Antoni era tão lindo, mesmo naquela sala de cirurgia, ele sem vida, quando a enfermeira colocou ele do meu lado, o rostinho que eu sonhei ali, colado ao meu, perfeito como era perfeito cada detalhe do rostinho dele, em meio a dor eu agradeço a Deus a sorte de ser mãe dele, mesmo que fisicamente distantes, eu tenho um motivo pra seguir, meu anjo do céu tenha orgulho de mim, que ele veja que mesmo com o coração faltando um parte a mãe dele segue aqui , juntando forças. Tem dias que parece que não vou aguentar, mas digo filho ajuda a mãe, desculpe  chorar tanto e falar teu nome é que eu te amo muito, não quero te deixar triste, é amar de longe dói tanto .

 

 

Nós iremos nos encontrar

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Abaixo, frase do relato “A Luta por um milagre” da co-autora Liliana Oliveira, mãe de 2 príncipes e 6 anjos.

Liliana Oliveira

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