Nova parceria

 

 

A pediatra, Dr. Fabiane Durão foi um achado em nossas vidas, um verdadeiro presente! Uma médica excepcional, competente, atenciosa, empática e acolhedora. Características que estão em falta hoje em dia. Existem poucos como ela. Ela nos ajuda a tornar a jornada da maternidade mais leve. E por ter tido a experiência da perda gestacional e neonatal, ela sabe exatamente sobre o que passamos, além das dificuldades e medos que enfrentamos numa nova gestação. Por isso, para as mulheres que engravidarem novamente depois da perda estamos indicando ela para te ajudar nessa caminhada. Ela irá te acolher e entender seus medos e anseios.E sobre os desafios que enfrentamos na maternidade com nossos filhotes doentes, ela nos dará o apoio necessário, tornando esse momento mais leve para todos.

Abaixo uma pequena entrevista que fizemos com a Pediatra dra. Fabiane Mourão.

1 – Como você percebe essa temática da perda gestacional e neonatal dentro das maternidades?  Existe algum protocolo que se preocupe em acolher essas famílias?
Normalmente nas maternidades públicas que trabalhei até hoje, quem cuida dessa parte é a equipe de Psicologia e as vezes também há a necessidade da assistência social.
2 – Existe uma diferença na maneira dos profissionais lidarem com a perda gestacional e neonatal na maternidade pública e na particular? Quais as principais que você percebe?
Na pública , o acolhimento também acaba sendo pela equipe da Psicologia, quando solicitada pelos médicos. Até onde sei, não há um protocolo para isto( mas depende de cada maternidade). Nunca soube de algo diferenciado.
Na particular, normalmente a equipe acaba prestando esse apoio, mas novamente, depende de quem está acompanhando a gestante, ou seja, depende de como o profissional lida com isso! Tem aqueles que passaram por experiências parecidas e outros não. Acho que vai de como cada um entende/encara a vida e também o amor ao próximo!
3- Você já vivenciou alguma perda? Se sim. Conte um pouco como foi essa experiência?
Já tive algumas perdas. Abortos e uma filha que faleceu ainda no período neonatal. Os abortos foram mais aceitáveis porque estavam bem no início da gestação, mas a filha foi bem difícil, até porque foi uma gestação muito planejada! Fiz terapia e justo depois dessa perda, acabei me tornando neonatologista , que foi uma especialidade que queria muito fazer assim que acabei a Residência médica em pediatria, mas a vida me levou por outros caminhos, mas acabou me trazendo de volta de uma forma mais madura onde consegui vencer meus medos e frustrações da vida!
4- E o que mudou na sua pratica depois da perda? (Acho q respondi lá em cima) Como foi engravidar novamente e lidar com essa situação na sua vida profissional?
Engravidar novamente foi necessário. Eu não ia desistir enquanto não tivesse um filho, porque isto se tornou meta na minha vida. Tornei -me mais empática com as outras mães. 
5- De que forma você acredita que possa contribui para o nosso coletivo?
Ouvindo as histórias dos pais, passando minha experiência e os ajudando a recomeçar a vida, assim como fiz com a minha! Porque o objetivo disso tudo é nos tornarmos mais fortes e podermos ajudar mais o próximo!

 

Para maiores informações sobre o trabalho da nossa mais nova parceira. Entre no site dela.
http://www.fabianedurao.com.br
Fanpage : dra.fabiane Durão – Pediatra do desenvolvimento e Homeopata
Instagram: @dra.fabianedurao

Juntos somos mais fortes!

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